Marcelo Rebelo de Sousa: “Temos aqui um combate para uns anos”

O programa de estabilização económica e social (PEES) do país já foi publicado e o chefe de Estado voltou este domingo, a partir dos Açores, a considerá-lo um “remendo”, uma “transição” para responder à crise provocada pelas medidas restritivas, que tiveram um impacto ainda difícil de quantificar na economia. O combate será duro e longo.

Depois do Orçamento Suplementar, há dois orçamentos a fazer (o de 2021 e o de 2022) e não há dúvidas em Belém: “Temos aqui um combate para uns anos”, defendeu o Presidente.

A Iniciativa Liberal considera que o Governo “parece perdido no labirinto da sua própria atuação”. Para o partido liderado por João Cotrim de Figueiredo “a fase de emergência está mergulhada em controvérsia sobre a solidez da contenção sanitária e da incoerência inaceitável das regras, enquanto a fase de recuperação assenta nos dinheiros de Bruxelas cuja definição tarda e cujo calendário desliza perigosamente para meados do ano que vem”.

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